Estúdio independente de arte autoral. Peças únicas, feitas à mão.
Dois jogos feitos durante o expediente[?]. Arte interativa com narrativa real, sem mecânica de vício, sem streak, sem notificação.
rolar pra verdois disponíveis agora
Parece que você está editando uma planilha, mas na verdade está demitindo seu gerente. O jogo perfeito pra jogar no expediente sem o RH perceber.
Simulador de burocracia absurda. Você é a única pessoa consciente numa reunião que nunca termina. Encontre a saída sem que ninguém perceba.
Porque o tédio não é preguiça. É sinal de que algo não encaixa. Esses jogos não resolvem isso. Mas pelo menos nomeiam.
Entre uma tarefa e outra. No ônibus. Tempo que é seu.
Sem notificação. Sem streak. Sem punição por parar.
Cada jogo tem uma tese. Você leva algo ao sair.
Sempre. Sem paywall.
Traço bruto, sem rascunho e sem desfazer. Cada tela é uma edição de um, nasce inteira ou não nasce.














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Arte não é decoração. É a peça que muda o ambiente, a conversa, o que você sente ao entrar em casa.
Cada obra aqui é única. Sem tiragem, sem reimpressão. O que você leva não existe em nenhum outro lugar, nem na nossa própria coleção.
Autenticidade não é selo, é o traço que sai direto da mão, sem rascunho, sem desfazer. Você compra o gesto original, não uma cópia dele.
Nenhuma peça se repete. Levar uma tela daqui é garantir algo que nunca mais vai existir em outra parede.
Preço justo pra quem faz e pra quem leva. Cada peça carrega o tempo real que levou pra existir.
Um acervo de telas autorais, feitas à mão, uma de cada vez. Nada em série, nada terceirizado.
Quando a peça vende, ela sai do site. A próxima leva sempre traz um traço novo, isso é de propósito, não falta de estoque.
Ao lado da galeria também fazemos jogos autorais, projeto menor, sem fins comerciais, feito por prazer nas horas vagas.
Colecionador, não cliente. Quem leva uma peça carrega junto a história por trás dela.
Peças com identidade. Arte em número restrito, por princípio, não por estratégia de marketing.
quem desenha
Inquieto desde pequeno. Aos 13 anos já fazia filmes, rabiscava paredes e apostilas e montava colagens no Photoshop, tudo sozinho, sem curso e sem professor. Autista, aprendeu cedo a criar o próprio mundo e nunca parou de fazer isso.
Engenheiro de formação, product designer de profissão. Foram anos preso em reuniões, planilhas, códigos e apresentações, treinando expressões moldadas, o tipo de sorriso que se ensaia para uma call e não aquele que sai sozinho. O famoso masking.
Depois de uma temporada na China atuando como engenheiro, entendeu nos museus que um traço atravessa qualquer idioma sem precisar de tradução. Foi ali que percebeu que os rabiscos dos seus dias solitários poderiam completar alguém.
Um estúdio pequeno, tocado por uma só pessoa. Sem equipe de produção, sem terceirização. Cada peça passa pela mesma mão, do primeiro traço ao acabamento.
Começou sem plano de virar negócio. Era só vontade de colocar pra fora o que passava pela cabeça. O resto veio depois, como consequência.
Hoje o estúdio existe pra sustentar esse jeito de trabalhar. Devagar, sem pressa de crescer rápido, sem perder o motivo original.
Tudo começa direto no papel ou na tela. Sem esboço digital, sem geração automática. É traço, tempo e decisão manual.
Baseado no Brasil, trabalhando de forma independente. Cada peça sai daqui, embalada e enviada com cuidado.
Não existe linha de produção. Cada obra é feita, fotografada e publicada quando fica pronta, sem calendário fixo.
Encomenda é exceção, não regra. Prefiro fazer a peça primeiro e deixar que ela encontre quem faz sentido depois.
Os jogos nascem do mesmo processo, só que fora do horário da galeria. Um respiro entre uma tela e outra.
Erro de produção, atraso no envio, peça que não saiu como esperado. Tudo isso é mostrado, não escondido.
Dúvida sobre uma peça, prazo de envio ou proposta de parceria. É só chamar pelo Instagram ou email, no rodapé desta página.