Um estúdio independente que faz objetos 3D, arte e jogos com identidade própria. Nada em série. Cada peça tem razão de existir.
Linhas que não existem em catálogo. Forma pensada à mão, impressa camada por camada, lixada até a textura dizer o que precisa. Peça de presença, não de decoração.
Sombras projetadas como parte do design. Cada ângulo muda o ambiente. Impressão 3D translúcida.
Nervuras que parecem crescer da forma. Cada unidade tem variações mínimas — nunca idêntica.
Série de 8. Exploração de padrões de ruído e textura. Impressão fine art, papel 300g, assinada.
Obra original, acrílica sobre tela. Peça única. Edição encerrada — próxima em produção.
Peças que se encaixam, se separam, formam composições. Três alturas. Quantidade ainda não definida.
Próxima série. Exploração de sistemas de grade como linguagem visual. Avise quando abrir.
Jogos pra quem cansa de reunião às 9h e sonha com algo diferente. Arte interativa com narrativa real.
rolar pra ver os jogosalguns disponíveis, outros em produção
Um jogo de 8 minutos sobre desligar. Navegar por um espaço que vai ficando mais silencioso enquanto você avança. Sem inimigos. Sem pontuação. Só o ruído diminuindo.
Simulador de burocracia absurda. Você é a única pessoa consciente numa reunião que nunca termina. Encontre a saída sem que ninguém perceba.
E se hoje fosse o último dia no emprego? Um jogo de escolhas sobre o que você diria, faria, deixaria pra trás. Vários finais.
Um jogo sobre atingir metas que não fazem sentido. Cada meta cumprida gera uma nova. Você descobre quando — e se — termina.
Porque o tédio não é preguiça — é sinal de que algo não encaixa. Esses jogos não resolvem isso. Mas pelo menos nomeiam.
Entre uma tarefa e outra. No ônibus. Tempo que é seu, não deles.
Sem notificação. Sem streak. Sem punição por parar. Você entra e sai quando quiser.
Cada jogo tem uma tese. Às vezes explícita, às vezes não. Você leva algo ao sair.
A maioria é free. Nunca paywall agressivo.
Não somos contra trabalhar. Somos contra viver no automático. Contra acordar segunda sem saber por que.
Cada peça aqui é uma decisão. De não terceirizar. De não massificar. Quantidade que faz sentido, não que maximiza margem.
Erros são documentados. Protótipos são mostrados. Transparência não é marketing — é respeito por quem está do outro lado.
Sair do modelo que diz o que você deve ser, produzir, consumir. Criar espaço pra decidir sobre o próprio tempo.
Arte, tecnologia, expressão — não como hobby pra depois do trabalho, mas como o trabalho em si.
Um estúdio que faz objetos 3D, arte e jogos. Nada em série. Cada lançamento tem quantidade definida antes de abrir.
Quando acaba, acaba. A próxima edição sempre vai ser diferente da anterior. Isso é de propósito.
Os jogos existem no tempo que é seu — fora do expediente, sem mecânica de vício, sem punição por parar.
Comunidade, não cliente. Quem acompanha o 0c0 decide junto o que vem a seguir.
Peças com identidade. Arte em número restrito — por princípio, não por estratégia de marketing.
Você sugere o que a gente cria, vota antes do lançamento, acompanha o processo ao vivo. É diferente de seguir uma loja — você é parte do que está sendo feito.
Sua ideia pode virar a próxima peça ou o próximo jogo. A comunidade propõe, a gente executa o que faz sentido.
Cores, formas, nome da edição — decide junto antes de ir pro público. Quem está aqui decide.
Compra antecipada, preço exclusivo, notícia em primeira mão. Antes de abrir pro geral.